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sábado, 14 de março de 2015

Notícias: ACAFE vai à Justiça pela manutenção das regras do FIES

Sistema Acafe vai pedir manutenção das regras do Fies na Justiça e diz que mudanças afetam mais de 17,9 mil alunos

Associação que reúne 16 instituições de ensino superior de SC quer esclarecimentos do Ministério da Educação

Matéria de Leandro Junges, publicada em: http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/vestibular/noticia/2015/03/sistema-acafe-vai-pedir-manutencao-das-regras-do-fies-na-justica-e-diz-que-mudancas-afetam-mais-de-17-9-mil-alunos-4715342.html
A Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), que reúne 16 instituições de ensino superior particulares de Santa Catarina, decidiu entrar na Justiça para manter as regras e exigir esclarecimentos do Ministério da Educação quanto às mudanças no Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). A alteração do sistema de financiamento, anunciado pelo governo federal no fim do ano passado está prejudicando o aditamento de pelo menos 17,9 mil universitários que já tinham o contrato em Santa Catarina. Outros dez mil (número estimado em todo o Estado - só na região deJoinville há mais de 1,5 mil) tentam o financiamento pela primeira vez. 

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Na prática, um aluno que passou no vestibular no começo do ano e se matriculou em fevereiro, tem até o dia 30 de abril para fazer a inscrição no site do FIES. O problema é que, como o sistema está lento, fora do ar ou com erros até agora inexplicados, há grande chance de esses alunos não conseguirem sequer ter sua situação econômica avaliada e, portanto, ter de pagar a mensalidade integral durante todo o semestre ou o ano. 

>> Dificuldades para cadastro no Fies deixam estudantes catarinenses apreensivos
As instituições consideram que há uma série de barreiras que estão não apenas limitando, mas impedindo o acesso dos estudantes ao sistema. Um dos principais é que não é possível renovar os contratos para estudantes de instituições de ensino superior que reajustaram suas mensalidades acima de 6,41%. Mesmo aquelas instituições onde o reajuste não chegou a esse índice, os alunos que têm mais créditos a cumprir (cadeiras) não conseguem renovar o contrato se o valor passar dos 6,41%. 

— Fomos até Brasília e nos reunimos com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), mas não obtivemos respostas claras. Por isso, decidimos judicializar a questão — disse o secretário executivo e ex-reitor da Univille, Paulo Ivo Koehntopp. 

Além da Acafe, outras associações de universidades particulares (comunitárias, evangélicas e católicas) também estão se unindo para buscar na Justiça que o MEC reveja os critérios ou esclareça pontos que estão impedindo o acesso dos alunos. 
O departamento de comunicação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) deve se manifestar hoje à tarde sobre a situação das universidades catarinenses.

O conflito ficou evidente e começou a ficar sem uma solução possível na mesa de negociações quando o ministro da Educação, Cid Gomes, disse, no começo de fevereiro que só seriam aceitos aumentos de até 6,41%. Como as universidades não foram informadas, o problema começou a aparecer no sistema, quando os alunos tentavam o acesso ao financiamento. 

Para as instituições, o bloqueio seria resultado da dificuldade do órgão em levantar orçamento para para pagar o Fies neste ano. Estão disponíveis R$ 12,4 bilhões, valor inferior aos pedidos totais de aditamentos - conforme instituições de ensino, apenas os pedidos de renovação somam R$ 15 bilhões. 


sexta-feira, 13 de março de 2015

VESTIBULAR ACAFE INVERNO 2015 - DATAS


Cronograma Vestibular ACAFE 2015
 
Acesse o cronograma para os Vestibulares de INVERNO 2015 e VERÃO 2016. Vestibular ACAFE.
 
Fonte:
Coordenação de Exames e Concursos ACAFE

terça-feira, 24 de junho de 2014

Confira os resultados do vestibular de inverno ACAFE 2014


Parabéns, bixarada! Esforço recompensado! Pra quem bateu na trave desta vez, assimilar esse aprendizado vai fazê-los mais fortes para o final do ano!

Clique aqui e confira os RESULTADOS ACAFE INVERNO 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Resumo: O Fantástico na Ilha de Santa Catarina

 O FANTÁSTICO NA ILHA DE SANTA CATARINA

Autor: Franklin Cascaes (1908 – 1983)

Sobre o Autor
Natural de Itaguaçu, Franklin Joaquim Cascaes foi um autêntico depositário da Cultura Ilhoa, pois antes de dedicar sua vida à pesquisa das tradições açorianas, viveu-as em meio à comunidade, ouvindo durante toda a infância histórias de pescadores, assombrações, bruxas e boitatás. Aos 21 anos, sem instrução formal, foi descoberto o seu talento como escultor pelo professor paulista Cid da Rocha Amaral, de quem obteve o impulso para os estudos na antiga Escola Industrial, onde se tornaria professor.
Cascaes testemunhou com grande sensibilidade as transformações por que passou a Ilha de Santa Catarina a partir dos anos 40. Sua obra pode ser entendida como uma força de resistência da tradição, da memória e da paisagem natural, denunciando os males do “progresso” e da urbanização. As referências ao jogo político das elites são constantes em “O Fantástico na Ilha de Santa Catarina”, desnudando as promessas ilusórias feitas pelos poderosos e o descaso com os mais humildes.
O autor foi incansável em sua pesquisa, recolhendo histórias junto a pequenos agricultores e pescadores, reunindo mitos, lendas e imaginação em suas ilustrações, esculturas e anotações. Seu trabalho passou a ser divulgado em meados dos anos 1970 e hoje constitui um rico acervo: a "Coleção Professora Elizabeth Pavan Cascaes" (homenagem à esposa e maior colaboradora do trabalho do folclorista), sob a guarda da UFSC.

Estrutura da Obra
- São 24 narrativas bruxólicas, isto é, que têm as bruxas como tema.
- A maior parte das narrativas segue o seguinte formato: ´
a) Introdução no discurso do autor (linguagem padrão)
b) A narrativa em si, em que os personagens, através do discurso direto revelam o dialeto “manezês”.
c) Um epílogo em que o autor retoma a palavra, exaltando as belezas e mistérios da ilha, evidenciando uma relação afetiva do narrador com o espaço.
“Querida ilha de Nossa Senhora do Desterro, a madame estória popular, que veio nos camarotes culturais junto com os ilhéus açorianos e madeirenses que te colonizaram, são potências divinatórias do saber humano Quimérico.”
(Estado fadórico das mulheres bruxas)  

Linguagem
Sempre atento ao falar popular dos “manezinhos”, procurou transcrevê-lo em sua obra, adotando uma escrita fonética quando dá voz às personagens.
“- Primo Nicolau! Vossa mecê acardita memo de vredade naquelas istória que o nosso povo lá das ihias dos Açôri (i) contavo prá nóis como vredaderas?
- Ah!... Sim, acardito de vredade, sim, minha prima! E inté agora me veio uma delas, no bestunto da minha cabeça e que eu acho ela memo munto inzata. Como tu bem sabes e vancês todos que tão aqui me osvindo, aquelas ihia dos Açôri, de ondi os nosso avó, foram sempre munto infestada por muhié bruxa que roubam embarcação prá móde fazê viagem inté a Índia em quatro horas; que dão nóis nos rabo e crinas dos cavalo; chupo sangue de criancinha; intico com as pessoa grande e pratico mil malas-arte.”
(Congresso Bruxólico)
Como revela o excerto acima, além de reproduzir a sonoridade do dialeto popular ilhéu, o texto incorpora expressões coloquiais como “no bestunto da minha cabeça” (referindo-se, no caso, às capacidades mentais limitadas do falante), que costumam ser explicadas apenas num glossário incorporado ao final do livro.

Referências Históricas

Colonização açoriana:
 “Colonizada a partir de 1748, por colonos açorianos que habitavam aquelas ilhotas que vivem bem lá em riba da careca do oceano, açoitados diariamente pelas ondas bravias encarneiradas do mar e palas bocas infernais de vulcões seculares que vomitam fogo e gemem furor incontido sobre as pobres populações. É um povo mesclado, inteligente, audacioso, de espírito arguto e, sobretudo, essencialmente religioso e arreigado em crendices mitológicas.”
(Eleição bruxólica)

Índios
Observe que num dos diálogos de “Congresso Bruxólico”, há uma referência à presença anterior dos índios no território colonizado. O personagem Nicolau das Venturas aborda criticamente a exploração e a escravização dos “bugres”:
- Os bugre trabahiavo na lavoura?
- Trabahiavo, sim sinhôri, sô João, trabahiavo! Veja o sinhôri que eles prantavam mandioca, batata, mihio, cibola, fejão e muntas otras cosas. Fazio a cohieta e os home das otras bandas do mundo levavo tudo simbora prôs povo cumê. Inté pexe escalado com sáli preso, eles fazio pros home de fora.
- Sô Nicolau, eu osvi falá que os bugre ero uns bicho brabo, matavo os vivente que cahio no ôhio deles e cumio a carne muqueada com cinza.
- No mô fraco pensá, sô João, a móde que não era tanto ansim não, proque uns fazendero de São Paulo vinho aqui, agarravo eles tudo pra móde trabahiá nas fazendas deles quinem iscravo. Os coitado dos padre é quem pricuravo livrá eles da iscravidão, mas num consiguio. Munto ente do povo das ihia dos Açôri vim pra cá morá, munta água suja já tinha corrido pela aqui onde nóis temo. 

Urbanização, Industrialização e Política
As narrativas de “O Fantástico na Ilha de Santa Catarina” apresentam um tom nostálgico, denunciando as mudanças na paisagem.

[...] abandonaram-nos lá na única praia da Lagoa da Conceição, hoje sepultada com barro, asfalto e lajotas [...]
(Bruxas metamorfoseadas em bois)

Como já foi mencionado, a política a serviço das elites urbanas é referida criticamente nos textos de Cascaes. Nota-se o uso da expressão irônica “Madame Política”. Nesse sentido, destaca-se o conto “Eleição Bruxólica”, em que o personagem Serafim não se deixa enganar pelas promessas mirabolantes de uns “home rico da cidade que viéro a pricura de enleitôri”.
Veja que o personagem Vicente, ao contrário, estava ingenuamente deslumbrado:

Eu nunca vi uns home tão bão quinem aqueles. [...] Eles primitero inté fazê casa de tijolo prá um pudê de gente daqui,só proque acharo essas casa de parede de estuque munto fraca; primitero pra Ináça uma vaca que dá leite, croste, coalhada, nata, mantega pura e quejo. Dissero que sai tudo prontinho de dentro do ubre da vaca, sem a gente precisá se incomodá. [...]
(Eleição Bruxólica)

Repare como o trecho pode ser lido como uma metáfora da industrialização, colocando-se o homem alienado à espera da satisfação de suas necessidades básicas sem mais ter poder sobre o que consome.
Cético quanto às promessas eleitoreiras, Serafim as relaciona com as histórias de sua bisavó sobre as eleições das bruxas - como se também a política dos homens da cidade fosse uma força maligna a interferir na vida dos homens.

Referências à cultura açoriana
- Boi-de-Mamão (referido em “Vassoura Bruxólica”)
- Festa do Divino Espírito Santo (referida em “Bruxas Metamorfoseadas em Bois”)
- Pão-por-Deus (referido em “As Bruxas e o Noivo”)
Lá vai o meu coração
Nas asas de um tico-tico
Pra pedir o Pão-por-Deus
À Maria Quebra Pinico

(As Bruxas e o Noivo)

As Bruxas
As lendas revitalizadas por Franklin Cascaes têm como tema central a crença popular de que muitos dos males experimentados pela população ilhoa eram causados por bruxas.
Nos contos de “O Fantástico na Ilha de Santa Catarina”, essas criaturas sobrenaturais praticam diversas estripulias: aterrorizam pescadores (“Baile das Bruxas dentro de uma Tarrafa de Pescaria”), roubam objetos (“Bruxa metamorfoseou o sapato do Sabiano”) e embarcações (“Bruxas roubam lancha baleeira de um pescador”), dão nós em rabos e crinas de cavalos (“Mulheres Bruxas Atacam Cavalos”), fazem viagens noturnas em vassouras ou em outros objetos, podem metamorfosear-se e até ficar invisíveis, mas o pior de seus hábitos é atacar criancinhas para chupar-lhes todo o sangue, até a morte. Em muitas histórias, pais se desesperam ao ver seus filhos enfraquecidos e com manchas na pele. Muitas vezes acreditam ser alguma doença e demoram a descobrir o “embruxamento”.
O mais triste dos relatos é o “Estado Fadórico das Bruxas”, em que Elizeu tem o filho embruxado e recorre ao curandeiro benzedor Quintino Pagajá. Diante de um pai desprevenido, que não tinha como pagar no ato da consulta além da metade do valor estipulado, Pagajá fez apenas a metade do ritual da benzedura e a criança acabou morrendo por embruxamento. À noite, na frente da casa, as bruxas apareceram e Elizeu reconheceu uma delas como uma moça a quem havia desgraçado no passado. O pai pagou com a morte do próprio filho.
Adoradoras do diabo, as bruxas têm uma hierarquia: em noites de sexta-feira, reúnem-se às ordens da bruxa-chefe, a única que têm acesso direto a Lúcifer.
Há, segundo as narrativas, dois tipos de bruxas: as terráqueas, que por opção própria decidem seguir o demônio e as bruxas espirituais, um caso muito especial que ocorre quando um casal tem sete filhas mulheres e nenhum varão: a sétima filha está destinada ao fado (destino) bruxólico, o que só pode ser evitado se a menina for batizada pela irmã mais velha recebendo o nome de Benta.
O conto “Bruxas Gêmeas” trata justamente disso, mas com o agravante de ter sido o sétimo parto da mulher de Manoel Braseiro o nascimento de irmãs gêmeas. Sem saber qual das duas era a sétima, o pai pede ajuda à benzedeira Sinhá Candinha, que, enganada por Lúcifer, diagnostica por erro, a menina chamada Santa como a sétima, quando na verdade era a outra, a Benta, aquela fadada à bruxaria. Mais tarde a verdade é descoberta, quando Benta é desmascarada por uma curandeira após “embruxar” um bebê.
Quanto ao aspecto físico, a maioria das bruxas de Franklin Cascaes é representada de forma asquerosa. Gostam de fumar, soltam fumaça pelo nariz e pelas orelhas e costumam ser peludas. No entanto, é possível que algumas exerçam atração erótica sobre os homens. Veja a descrição de Isidora no conto “A Bruxa Mamãe”

A Isidora Fumadeira até que não era uma moça muito feia nem deseducada. Gostava muito de fumar cigarros papa-terra [...]. Também tinha o hábito de mascar fumo e cheirar rapé. Não gostava de usar roupas femininas, e o prazer dela era vestir as roupas do irmão mais velho.[...]
Os moços de sua comunidade não gostavam de namorar com ela pela razão de ser muito autoritária e mandona.

Romualdo se apaixona pela moça:
Ela parece ser machona – pensou ele – mas tem os peitos muito salientes!

Os dois casam e têm filhas (gêmeas). Logo em seguida, Isidora passa a abandonar o lar para viver suas aventuras bruxólicas à noite. Certa vez, é vista pelas filhas metamorfoseando-se em morcego. Romualdo, em desespero, procura uma benzedeira que termina por desmascarar a “mulher bruxa machorra” e suas companheiras.

Observe que, assim como a urbanização da paisagem é vista como uma espécie de “embruxamento” de que sofre a Ilha, a modernização dos costumes também é associada à bruxaria. São exemplos a mulher insubmissa, masculinizada como Isidora da narrativa anterior ou a personagem Irineia, do conto “Madame Bruxólica e o Saci-Pererê” com seus hábitos da cidade:

A Irineia, cada vez que vinha na cidade, aparecia no sítio onde morava desfilando as modas jovens que copiava, até bem mal, de mulheres vaidosas, embonecadas e retorcidas. Ora aparecia com um vestido tão curto, que a bainha lhe alcançava a cintura; ora aparecia com um vestido tão comprido, que chegava a varrer os ciscos por onde ela passava.[...]
As tais modas [...] escandalizavam as mulheres antigas [...].
O Bento Leandro [...] até que apreciava muito, principalmente quando ela se apresentava bem ensacada dentro de uma calça de brim bem descorado, exibindo seu par de nádegas calipigianamente avantajadas aos olhos esbugalhados da população da comunidade dela.

Nesse conto, a bruxa, que já despertava suspeitas sobre seu comportamento, ao ver um “gato preto meio pintado de vermelho” (Saci-Pererê), decide, num impulso montar sobre ele para viajar a toda velocidade a caçar discos voadores:

“Viajei bruxolicamente, e tudo o que encontrei ocupando os espaços siderais catarinenses em matéria de discos voadores é digno do mais alto pode científico que a humanidade alcançou até os dias de hoje.“
Ao final, a mulher perde o encantamento bruxólico por ter desobedecido as ordens de Lúcifer (excedeu-se em seu tempo de viagem espacial).

Observe que, além do comportamento “urbanizado”, Irineia é transgressora porque busca o conhecimento.

Bruxas x Curandeiros
No conto “Congresso Bruxólico”, o personagem Nicolau, perguntado sobre a diferença entre bruxas e feiticeiras, diz que as primeiras têm sina maligna e as últimas procuram fazer o bem com remédios e benzeduras, assim como os curandeiros, verdadeiros “dotôri”.
Veja a importância dos curandeiros para a população que vivia em comunidades privadas de serviços básicos de saúde:
Nesses tempos longínquos, na “Vila Capitáli” nem havia doutores de dar remédios. [...] Ora, em situações de desespero, com relação a doenças que corroíam o organismo até dá-lo à morte, o jeito mesmo era recorrer a Deus e aos santos e, consequentemente aos benzedores e curandeiristas que existiam e ainda existem entre as populações [...]
(Bruxa metamorfoseou o sapato do Sabiano)


A maioria dos curandeiros apenas pratica o bem, sem se importar com a remuneração, mas em alguns casos, há benzedores “dinheiristas”, como o velho Quintino Pagajá do conto “Estado Fadórico das Mulheres Bruxas”. 

sábado, 1 de março de 2014

Livros Vestibular de Inverno ACAFE 2014 / Livros ACAFE 2015



Confira as leituras obrigatórias da ACAFE (Vestibular de Inverno 2014/ Vestibular 2015).

ObrasAutorEditora
AgostoRubem FonsecaSaraiva de Bolso
Juiz de paz na roçaMartins Penahttp://www.dominiopublico.gov.br
Melhores poemasJoão Cabral de Melo NetoGlobal Editora
O fantástico na ilha de Santa CatarinaFranklin CascaesUFSC (Coleção Repertório 2012 ou edição antiga volumes 1 e 2)
Várias históriasMachado de Assiswww.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?id=136498

Abaixo, o cronograma para o vestibular de Inverno:

VESTIBULAR INVERNO 2014
ETAPAS
ACAFE
UDESC
INSCRIÇÕES
07/04 a 11/05/2014
APLICAÇÃO DA PROVA
08/06/2014
HORÁRIO DA PROVA
Das 13h às 18h
RESULTADO
ATÉ 20/06/2014

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Acafe recebe inscrições para o processo seletivo 2010 de inverno


Fonte: UOL

A Acafe (Associação Catarinense das Fundações Educacionais) abre, nesta segunda-feira (12), o período de inscrição para o vestibular 2010 de inverno. As inscrições deverão ser realizadas pela internet, até as 18h do dia 17 de maio. A taxa custará R$ 58.

Neste processo serão oferecidas 5.574 vagas em 185 cursos de 8 instituições participantes:

FURB - Universidade Regional de Blumenau;
UnC - Universidade do Contestado;
UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense;
UNIPLAC - Universidade do Planalto Catarinense;
UNISUL - Universidade do Sul de Santa Catarina;
UNIVALI - Universidade do Vale do Itajaí;
UNIVILLE - Universidade da Região de Joinville;
UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina.

A prova objetiva, com 60 questões e 1 redação, será realizada no dia 13 de junho, das 13h às 18h, em 14 cidades de Santa Catarina e nas cidades de Curitiba e Porto Alegre.

A divulgação dos resultados está prevista para 22 de junho.

Leituras obrigatórias ACAFE
Confira as obras literárias indicadas para este processo seletivo:

A Vitrina de Luzbel - Aulo Sanford de Vasconcellos;
Eles Não Usam Blacktie - Gian Francesco Guarnieri;
O Homem Que Calculava - Malba Tahan;
O Presidente Negro - Monteiro Lobato;
Treze Cascaes - Adolfo Boss e outros.

Outras informações podem ser consultadas no edital do vestibular ou pelo site da Acafe.

domingo, 22 de novembro de 2009

Neste domingo, Acafe realiza vestibular 2010 para 13 instituições


A Acafe realiza neste domingo (22) a prova do vestibular 2010 para 13 instituições de Santa Catarina. Os exames vão das 13h às 18h. São esperados 23.629 candidatos que concorrem a 13.630 vagas, distribuídas em 350 cursos.

Fazem parte do sistema Acafe: Furb(Universidade Regional de Blumenau), UnC (Universidade do Contestado), Unerj (Centro Universitário de Jaraguá do Sul), Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense), Unidavi (Centro Universitário o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí), Unifebe (Centro Universitário de Brusque), Uniplac (Universidade do Planalto Catarinense), Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina), Univali (Universidade do Vale do Itajaí), Univille (Universidade da Região de Joinville), Unochapecó (Universidade Comunitária da Região de Chapecó), Unoesc (Universidade do Oeste de Santa Catarina) e Bom Jesus/Ielusc (Instituto Superior e Centro Educacional Luterano).

A prova com duração de 5 (cinco) horas será composta por uma redação e 60 questões objetivas, com questões interdisciplinares, no formato de múltipla escolha. O número de disciplinas e número de questões: português: dez; matemática: sete; física: sete; química: sete; biologia: sete; geografia: sete; história: sete; língua estrangeira (inglês ou
Espanhol): quatro; literatura: quatro.

Para realização da prova, somente será permitido ao candidato o uso de caneta esferográfica, com tinta azul ou preta, lápis ou lapiseira e borracha.

Para ter acesso ao local de prova, somente será aceito como "documento de identidade oficial", o original e/ou fotocópia autenticada da carteira e/ou cédula de identidade expedidas pelas Secretarias de Segurança, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar ou pelo Ministério das Relações Exteriores; Carteira Nacional de Habilitação (modelo novo com foto); cédula de identidade fornecida por órgãos ou conselhos de classe que, por lei federal, valem como documento de identidade OAB, Corecon, CRA, CREA etc); passaporte e carteira de trabalho. Sem um destes documentos o candidato ficará impedido de realizar a prova sendo eliminado do concurso vestibular.

O resultado final do concurso será divulgado até dia 4 de dezembro.

Visite o site da ACAFE

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Em SC, vestibular unificado Acafe recebe inscrições até novembro


O vestibular unificado da Acafe (Associação Catarinense das Fundações Educacionais) recebe inscrições para o vestibular 2010 até 10 de novembro. Os pedidos devem ser feitos somente pelo www.acafe.org.br. A taxa é de R$ 58.

O processo seletivo abrange 12 instituições e oferece 16.184 vagas, em 419 cursos, sendo 9 de medicina. Confira o edital com as vagas e os cursos das faculdades participantes.

A prova será realizada no dia 22 de novembro e terá duração de cinco horas. O exame terá uma redação e 60 questões objetivas, que seguirão a matriz de referência do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009.

Veja quais são as obras de leitura obrigatória para 2010:


A Vitrina de Luzbel, de Aulo Sanford de Vasconcellos;
Eles Não Usam Blacktie, de Gian Francesco Guarnieri;
O Homem Que Calculava, de Malba Tahan;
O Presidente Negro, de Monteiro Lobato;
Treze Cascaes, de Adolfo Boss e outros;

Outras informações podem ser obtidas no edital do vestibular 2010 ou no www.acafe.org.br.

Fonte: UOL