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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Literatube: Viagens na Minha Terra - Documentário explica o livro obrigatório no vestibular da FUVEST

Assista ao vídeo!


domingo, 16 de março de 2014

O Brasil no Olhar dos Viajantes - Documentário ajuda a entender os Cronistas do Descobrimento

Documentário exibido em 2013 pela TV Senado reconstitui o período colonial e enfoca o olhar do estrangeiro sobre o Brasil. Vários dos textos de "Cronistas do Descobrimento", livro exigido pelo Vestibular da UFSC 2015, são abordados criticamente por historiadores e sociólogos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

domingo, 4 de outubro de 2009

Letra e Música: Volver A Los 17 (Homenagem a Mercedes Sosa)



Volver A Los 17

Composição: Violeta Parra

Volver a los diecisiete después de vivir un siglo
Es como descifrar signos sin ser sabio competente,
Volver a ser de repente tan frágil como un segundo
Volver a sentir profundo como un niño frente a dios
Eso es lo que siento yo en este instante fecundo.

Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si.

Mi paso retrocedido cuando el de usted es avance
El arca de las alianzas ha penetrado en mi nido
Con todo su colorido se ha paseado por mis venas
Y hasta la dura cadena con que nos ata el destino
Es como un diamante fino que alumbra mi alma serena.

Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si.

Lo que puede el sentimiento no lo ha podido el saber
Ni el más claro proceder, ni el más ancho pensamiento
Todo lo cambia al momento cual mago condescendiente
Nos aleja dulcemente de rencores y violencias
Solo el amor con su ciencia nos vuelve tan inocentes.

Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si.

El amor es torbellino de pureza original
Hasta el feroz animal susurra su dulce trino
Detiene a los peregrinos, libera a los prisioneros,
El amor con sus esmeros al viejo lo vuelve niño
Y al malo sólo el cariño lo vuelve puro y sincero.

Se va enredando, enredando
Como en el muro la hiedra
Y va brotando, brotando
Como el musguito en la piedra
Como el musguito en la piedra, ay si, si, si.

De par en par la ventana se abrió como por encanto
Entró el amor con su manto como una tibia mañana
Al son de su bella diana hizo brotar el jazmín
Volando cual serafín al cielo le puso aretes
Mis años en diecisiete los convirtió el querubín.

Letra e Música: Gracias a la Vida (Homenagem a Mercedes Sosa)



Gracias a la Vida

Composição: Violeta Parra

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me dio dos luceros que cuando los abro
Perfecto distingo lo negro del blanco
Y en el alto cielo su fondo estrellado
Y en las multitudes el hombre que yo amo

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el oído que en todo su ancho
Graba noche y día grillos y canarios
Martirios, turbinas, ladridos, chubascos
Y la voz tan tierna de mi bien amado

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el sonido y el abecedario
Con él, las palabras que pienso y declaro
Madre, amigo, hermano
Y luz alumbrando la ruta del alma del que estoy amando

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la marcha de mis pies cansados
Con ellos anduve ciudades y charcos
Playas y desiertos, montañas y llanos
Y la casa tuya, tu calle y tu patio

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me dio el corazón que agita su marco
Cuando miro el fruto del cerebro humano
Cuando miro el bueno tan lejos del malo
Cuando miro el fondo de tus ojos claros

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto
Así yo distingo dicha de quebranto
Los dos materiales que forman mi canto
Y el canto de ustedes que es el mismo canto
Y el canto de todos que es mi propio canto

Gracias a la vida, gracias a la vida

domingo, 23 de agosto de 2009

Homenagem a Raul Seixas - Raul explica Gita

Gita

Composição: Paulo Coelho / Raul Seixas

"Eu que já andei
Pelos quatro cantos do mundo
Procurando
Foi justamente num sonho
Que Ele me falou"

Às vezes você me pergunta
Por que é que eu sou tão calado
Não falo de amor quase nada
Nem fico sorrindo ao teu lado...

Você pensa em mim toda hora
Me come, me cospe, me deixa
Talvez você não entenda
Mas hoje eu vou lhe mostrar...

Eu sou a luz das estrelas
Eu sou a cor do luar
Eu sou as coisas da vida
Eu sou o mêdo de amar...

Eu sou o medo do fraco
A força da imaginação
O blefe do jogador
Eu sou, eu fui, eu vou..

Gita! Gita! Gita!
Gita! Gita!

Eu sou o seu sacrifício
A placa de contra-mão
O sangue no olhar do vampiro
E as juras de maldição...

Eu sou a vela que acende
Eu sou a luz que se apaga
Eu sou a beira do abismo
Eu sou o tudo e o nada...

Por que você me pergunta?
Perguntas não vão lhe mostrar
Que eu sou feito da terra
Do fogo, da água e do ar...

Você me tem todo dia
Mas não sabe se é bom ou ruim
Mas saiba que eu estou em você
Mas você não está em mim...

Das telhas eu sou o telhado
A pesca do pescador
A letra "A" tem meu nome
Dos sonhos eu sou o amor...

Eu sou a dona de casa
Nos pegue pagues do mundo
Eu sou a mão do carrasco
Sou raso, largo, profundo...

Gita! Gita! Gita!
Gita! Gita!

Eu sou a mosca da sopa
E o dente do tubarão
Eu sou os olhos do cego
E a cegueira da visão...

Euuuuuu!
Mas eu sou o amargo da língua
A mãe, o pai e o avô
O filho que ainda não veio
O início, o fim e o meio
O início, o fim e o meio
Euuuuu sou o início
O fim e o meio
Euuuuu sou o início
O fim e o meio...







Clipe completo:

Homenagem a Raul Seixas - Última entrevista do poeta, em 1989



Parte 2

domingo, 9 de agosto de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Filme "O que é isso, companheiro?", de Bruno Barreto.

Um dos grandes filmes do cinema nacional na década de 1990, "O Que é Isso, Companheiro?", dirigido por Bruno Barreto, é uma interessante adaptação do livro homônimo. O diretor, em sua leitura cinematográfica do texto de Gabeira, privilegia a ação, com as ações de guerrilha protagonizadas por militantes de esquerda.

Isso não significa que os conflitos morais decorrentes daquele contexto de violência não sejam explorados. Pelo contrário: o protagonista, vivido por Pedro Cardoso (ator consagrado em comédias como "A Grande Família"), demonstra o drama de um intelectual que se vê envolvido com a luta armada. Como guerrilheiro em ação é patético, mas se impõe como por suas idéias e por seus valores. Fiel ao espírito do livro, o personagem Fernando Gabeira se constrói como um contraponto sensível ao radicalismo de uma esquerda stalinista encarnada por Jonas (Matheus Natchergaele).

Por outro lado, Henrique (Marco Ricca) centraliza o papel do militar, que não pode abrir mão de sua missão. Tem consciência de que persegue e tortura jovens idealistas, mas entende que são manipulados por uma esquerda 'perigosa', e que por isso precisam se destruídos. Revela em dado momento que não consegue dormir à noite.

O filme ainda conta com Fernanda Torres (Maria), Luís Fernando Guimarães (Marcão), Cláudia Abreu (Renée) Selton Mello (César) e Caio Junqueira (Júlio) compondo o MR-8 de Gabeira. Participações especiais de Fernanda Montenegro, Milton Gonçalves e Othon Bastos dão a dimensão do que se pode realmente considerar com um "grande elenco".

Não por acaso essa produção do brilhante diretor Bruno Barreto foi indicada ao oscar de melhor filme estrangeiro em 1998.

domingo, 5 de julho de 2009

Entrevista: Monteiro Lobato, na Rádio Record (1948)

Última entrevista concedida pelo escritor, dois dias antes de sua morte. Registro histórico.



Parte 2

Parte 3

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Mia Couto: Antes de nascer o mundo

por Ruy Neto no blog da Livraria Cultura

O escritor moçambicano Mia Couto é um homem simples, nada afeito a rotina de um escritor profissional - e nem quer ter esse estilo. Gosta de ter outro tipo de relação com as pessoas, realizar trabalhos em equipe, trocando experiências e informações. Por isso faz questão de manter como ganha pão sua atividade como biólogo - foi até neste exercício que encontrou inspiração para desenvolver seu último trabalho Antes de nascer o mundo (ou simplesmente Jesusalém, adotado em Portugal, por exemplo - Mia deu os dois títulos como opção para suas editoras). Na conversa que teve com o público, que lotou o teatro Eva Herz - para minha surpresa já que não trata-se de um nome “pop” da literatura universal - ele deixou um recado interessante quando foi questionado sobre como divide o seu tempo para conseguir publicar obras. Ele disse: “o importante na escrita não é os termos técnicos que nós temos, mas sim o tempo para estarmos com os personagens, o tempo pra nós próprios sermos um dos personagens que criamos. É isso que me obriga a ser cada vez mais um escritor insone”. Mia diz acordar entre três e quatro da manhã, assombrado pela histórias e pelos personagens dentro de si. Esquece as horas e se põe a escrever. Taí um exemplo de que falta de tempo não é motivo para deixar de produzir literatura. Aqui segue um trecho do que é o livro e o que a obra representa para o escritor. Depois do jump peguei mais trechos das respostas que ele deu a perguntas feitas pela sua editora no Brasil. Veja também aqui a entrevista que fizemos com Mia na edição de fevereiro da Revista da Cultura.






inspiração
“A condição desta família é inventada. Mas em meu trabalho como biólogo pelo interior de moçambique conheço muitas famílias. E recentemente em uma viagem a um deserto conheci uma que vivia tão isolada do mundo que parecia a reencarnação daquilo que havia imaginado. Mas depois de estar lá, conhecer o espírito do lugar, percebi a rede que no mundo não permite que se construa uma lugar totalmente como ilha. Sim, existem povoados, existem pequenas aldeias que me inspiraram a criar essa condição, que é uma condição delirante, de não querer apenas esquecer-se do mundo como do próprio passado, por razões que no final da história ele vê que eram equivocadas”.


Guerra

“A guerra [civil moçambicana] ajudou a fragmentar uma sociedade que foi muito criada através das redes de trocas, redes de ajuda. Mas a guerra não explica tudo. Comentei com algumas pessoas da editora como fiquei marcado pelo encontro com a família do interior de Moçambique porque de repente há um velho que é o chefe desta família, um caçador. Ele é convocado sempre quando é necessário matar um animal. E ele tem uma ligação com o espirito dos animais. E esse homem me marcou porque numa certa manhã ele me guiou por atalhos que apenas ele conhecia para chegar em um lugar chamado gruta, que é onde as hienas nasciam. E mais tarde, a noite – e estou resumindo a história ao máximo – quando eu pedi para que ele me levasse num lugar ele disse: “Eu não posso pois sou cego, eu não vejo”. Fiquei surpreso porque ele havia me conduzido por atalhos e me mostrado coisas que só era possível se a pessoa enxergasse. E ele respondeu que não via com os olhos dele, mas sim através dos olhos de outro alguém. E há semelhança com a minha história que notei quando o livro já havia chegado em minhas mãos. O narrador dessa história confessa ao irmão que tem a mesma doença do pai: “eu só vejo sombras”; e o irmão pergunta como ele escreveu isto, que é a sua própria história. E ele responde: “eu só vejo quando escrevo”.

A mulher
“Nessa história todos os personagens são homens. E que se retiraram do mundo por causa de uma mulher e é exatamente uma mulher que acabará fazendo retornar ao mundo. É um circulo que se fecha por uma mão feminina. Mas mesmo enquanto a história está dominada por personagens masculino escolhi como epígrafe para os capítulos o texto de autoras. É uma tentativa de estabelecer diálogo entre o lado masculino e o feminino, mas não sei se alguém sabe o que é esse lado masculino e o lado feminino da humanidade – não que eu esteja confuso quanto a identificação dos sexos não é isso – mas eu mesmo não sei onde está a fronteira destes lados. De qualquer maneira, acho que as mulheres nas minhas histórias ocupam sempre esse lugar central, de organizadoras daquilo que seria o tempo, responsáveis por entregar as gerações próximas a promessa do que seria uma outra vida. E creio que não tenho isso apenas como uma obsessão literária, mas sim como uma obsessão profunda. Não presto uma homenagem as mulheres por conta de simpatia, mas porque acho que elas ocupam uma papel central em todos os aspectos. São elas que transportam literalmente o mundo nas costas”

Guimarães Rosa
O livro de Mia tem proximidade com o conto A terceira margem do Rio, publicado no livro Primeiras estórias, que trata de um homem que se isola também do mundo navegando rio abaixo.
Não pensei no conto. Mas tenho que dizer que esse conto me marcou muito.

sábado, 27 de junho de 2009

Literatube: Michael Jackson e Stephen King no cinema

A morte do ícone da cultura pop, Michael Jackson, não poderia passar em branco aqui no blog. Artista multifacetado (em todos os sentidos...), foi um dos inventores do videoclipe e deixou suas marcas também no cinema, com o clipe/filme Ghosts, cujo roteiro foi co-escrito por ninguém menos que Stephen King. Abaixo, algumas (wiki) informações sobre a obra.

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Ghosts é um médio-metragem de Michael Jackson, cujo roteiro foi co-escrito pelo grande mestre de terror, Stephen King. Dirigido por Stan Winston, com dicas de Steven Spielberg, Ghosts possui 45 minutos. O projeto iniciou-se em 1993 e só foi concluído em 1996.

A primeira exibição de Ghosts remonta a 24 de outubro de 1996. Nesse dia, a MJJ Productions, empresa de Jackson, organizou uma exibição VIP exclusiva para a Academia de Cinema de Beverly Hills. Depois disso, o filme começou a ser exibido antes do filme Thinner, de Stephen King - co-roteirista de Ghosts -, em uma dezena de salas de cinema nos Estados Unidos.

Ghosts é certificado pelo Guiness Book como "O Clipe Mais Longo";
O médio-metragem foi exibido no Festival de Cinema de Cannes no ano de 1997, ganhando do juri um Prêmio Especial.




Parte 2

Parte 3

Parte 4